
O professor doutor Joaquim Alberto da Silva, docente do curso de Odontologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), tem ampliado sua atuação para além do meio acadêmico, tornando-se uma das vozes mais ativas na promoção da agroecologia e da sustentabilidade rural na região metropolitana de Manaus.
Meliponicultor certificado pelo IDAM, Joaquim desenvolve pesquisas e práticas voltadas ao manejo de abelhas sem ferrão, atividade que tem ganhado força no estado devido ao seu potencial ambiental e econômico. A meliponicultura, segundo o professor, é uma ferramenta essencial para a preservação de espécies nativas e para o fortalecimento de comunidades que dependem da agricultura familiar.
Além de sua atuação universitária e na meliponicultura, Joaquim é fundador e Diretor-Presidente do Instituto DRAMEL de Agroecologia, instituição sem fins lucrativos localizada na comunidade do Caldeirão, em Iranduba (AM). O instituto promove projetos voltados à educação ambiental, agricultura sustentável, formação comunitária e incentivo ao uso de práticas agroecológicas que respeitam o ecossistema amazônico.
O Instituto DRAMEL tem se destacado por desenvolver ações que unem ciência, tradição e responsabilidade ambiental, buscando alternativas produtivas que garantam qualidade de vida às famílias rurais sem comprometer a floresta.
“Nosso objetivo é fortalecer uma produção sustentável, alinhada à realidade amazônica e às necessidades das comunidades rurais. É possível produzir com responsabilidade e gerar resultados positivos para o meio ambiente e para as pessoas”, destaca Joaquim.
Com iniciativas em expansão e crescente reconhecimento, o trabalho conduzido por Joaquim Alberto da Silva tem contribuído para consolidar o Amazonas como referência em práticas agroecológicas e preservação de abelhas nativas.
Redação: Portal Itinerante
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