
A gestão do prefeito de Manaus, David Almeida, alcançou um marco histórico na administração pública municipal ao registrar uma economia de R$ 2,454 bilhões nos processos de compras e contratações da Prefeitura de Manaus entre os anos de 2021 e 2025. O resultado é atribuído à adoção de um modelo de governança baseado na priorização das licitações, transparência e planejamento estratégico dos gastos públicos.
Sob a coordenação da Comissão Municipal de Licitação (CML), o município realizou 1.690 procedimentos licitatórios, reduzindo o valor inicialmente estimado pelas secretarias — cerca de R$ 16,5 bilhões — para R$ 14,05 bilhões efetivamente contratados, o que representa uma economia média de 15%.
Para o prefeito David Almeida, o resultado comprova que planejamento e responsabilidade fiscal caminham juntos.
“Nós tomamos uma decisão clara desde o início da gestão: organizar as informações, planejar melhor as contratações e priorizar a licitação. O dinheiro público precisa ser tratado com responsabilidade, porque cada real economizado volta para a população em forma de serviços, obras e investimentos. Essa economia de mais de R$ 2,4 bilhões mostra que estamos no caminho certo”, afirmou o prefeito.
O presidente da CML, Victor Cipriano, explicou que, antes da atual gestão, havia um uso excessivo de contratações diretas. Segundo ele, aproximadamente 68% dos contratos eram realizados por dispensa ou inexigibilidade, sem uma visão consolidada das reais necessidades do município.
“A centralização das informações permitiu municiar o prefeito e as secretarias com dados reais. A licitação traz eficiência, competitividade e economia. Foi assim que conseguimos reduzir um orçamento estimado de R$ 16 bilhões para cerca de R$ 14 bilhões, gerando uma economia superior a R$ 2,4 bilhões”, explicou.
Com a mudança de gestão, as informações passaram a ser centralizadas na CML, permitindo que decisões fossem tomadas com base em dados técnicos, tendo a licitação como regra nos processos de contratação.
Eficiência alinhada às boas práticas nacionais
O modelo adotado pela Prefeitura de Manaus segue parâmetros consolidados em grandes capitais brasileiras. Cidades como São Paulo, Curitiba e Recife utilizam a centralização de compras e o pregão eletrônico como principal ferramenta de contratação, alcançando economias médias entre 10% e 20% em relação aos valores inicialmente estimados.
Em Manaus, o pregão eletrônico foi responsável pela maior parcela da economia, totalizando R$ 1,82 bilhão, seguido pelo pregão presencial (R$ 480 milhões), concorrência (R$ 120 milhões) e Regime Diferenciado de Contratações (RDC) (R$ 10 milhões).
Recursos que retornam para a população
De acordo com a gestão municipal, os recursos economizados permitem ampliar investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura, assistência social e mobilidade urbana, fortalecendo as políticas públicas sem aumento de gastos.
“Esse resultado não é apenas um número. Ele representa mais escolas, mais unidades de saúde, mais obras e mais qualidade de vida para a população de Manaus. Governar é escolher bem onde gastar e, principalmente, evitar desperdícios”, reforçou David Almeida.






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